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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sobre os rios da Babilónia




Sobre os rios da Babilónia nos sentámos a chorar
com saudades de Sião.

Nos salgueiros das suas margens,
dependurámos nossas harpas.

Aqueles que nos levaram cativos
queriam ouvir os nossos cânticos;

e os nossos opressores, uma canção de alegria:
«Cantai-nos um cântico de Sião.»

Como poderíamos nós cantar um cântico do SENHOR,
em terra estranha?

Se eu me esquecer de ti, Jerusalém,
esquecida fique a minha mão direita!

Apegue-se-me a língua ao paladar,
se eu não me lembrar de ti,

se não fizer de Jerusalém
a maior das minhas alegrias!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A BÍBLIA E O TELEMÓVEL

Já imaginaste o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia da mesma forma que tratamos o nosso telemóvel?
E se carregássemos sempre a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhadela nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para buscá-la quando a esquecemos em casa ou no escritório?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?

Ao contrário do telemóvel, a Bíblia não fica sem sinal.
Ela “liga” em qualquer lugar.
Não é preciso estar preocupado com a falta de saldo, porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA
Quando estiveres triste, liga Jo 14 (João capítulo 14)
Quando as pessoas falarem de ti, liga: Salmo 27
Quando estiveres nervoso, liga: Salmo 51
Quando estiveres preocupado, liga: Mt 6: 19,34 (Mateus capítulo 6: versículos 19, 34)
Quando estiveres em perigo, liga: Salmo 91.
Quando Deus parecer distante, liga: Salmo 63.
Quando a tua Fé precisar de ser reavivada, liga: Hebreus 11
Quando estiveres só e com medo, liga: Salmo 23
Quando fores áspero e crítico, liga: 1 Coríntios 13
Para saber o segredo da felicidade, liga: Colossenses 3, 12-1
Quando te sentires triste e sozinho, liga: Romanos 8, 31-39
Quando necessitares de paz e descanso, liga: Mateus 11, 25-30
Quando o mundo te parecer maior que Deus, liga: Salmo 90

In Revista Mensal do Apostolado da Oração “CRUZADA”, Janeiro 2009

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Celebrar a Páscoa




A Semana Santa, o Tríduo Pascal (Quinta, Sexta e Sábado Santo) e o Tempo da Páscoa (que se prolonga por cinquenta dias) não se celebram apenas na liturgia (sacramentos e liturgia das horas), mas também com devoções populares que, nalguns casos, podem contribuir para expressar e fomentar a fé do povo de Deus no mistério pascal. Basta pensar nas procissões e dramatizações, da Paixão, do Enterro do Senhor, na Via Sacra, na Visita Pascal e outras. Muitas destas formas de religiosidade popular são admiráveis e serviram para manter a fé do povo cristão, especialmente quando as celebrações litúrgicas se tornaram difíceis de compreender. Porém, temos de reconhecer que hoje é necessário agir com discernimento, para que não se troque o essencial pelo secundário. O que é central é a celebração do mistério pascal: a pessoa de Jesus Cristo, a prioridade da Vigília Pascal, a estreita ligação entre Quaresma-Semana Santa e as sete semanas do Tempo Pascal que se conclui com o Pentecostes. Se às procissões se dá mais importância do que à Vigília Pascal, se na Cruz não se contempla já o Ressuscitado, se a bênção dos Ramos, do fogo ou da água se destacam mais do que o resto da celebração, se a preparação do “folar” e da “visita pascal” valem mais do que a participação na Missa de Páscoa …, então será necessário tentar purificar e reorganizar estas manifestações que, sem lhes tirar o mérito, não podem abafar a riqueza do mistério pascal.
Santa e feliz Páscoa!
In SDPLV

quinta-feira, 11 de março de 2010

QUARESMA


Decálogo da conversão quaresmal
1 – A conversão é recordar que o Senhor nos criou para Si e que todas as nossas esperanças, desejos, anseios e projectos só “descansarão”, ou seja, só se concretizarão quando regressarmos para Ele.

2 – A conversão é um convite insistente a assumir, reconhecer e purificar as nossas fragilidades.

3 – A conversão é pôr-se a caminho, com a ternura, a humildade e a sinceridade do filho pródigo; rectificar os pequenos ou grandes erros e defeitos da nossa vida.

4 – A conversão é penetrar no mais profundo do nosso ser e rever a nossa existência à luz do Senhor, da sua Palavra e da sua Igreja, descobrindo tudo o que está a mais, ou seja, vãs ambições, presunção, limitações, egoísmo …

5 – A conversão é mudar a nossa mentalidade, repleta de slogans mundanos, distantes do Evangelho. É transformá-la, através de uma visão cristã e sobrenatural da vida.

6 – A conversão é cortar com os nossos caminhos de pecado, de materialismo, paganismo, consumismo, sensualismo, secularismo e falta de solidariedade e iniciar o verdadeiro caminho dos filhos de Deus, leves no “equipamento” (“Não leveis nada para o caminho”).

7 – A conversão é um exame de amor e encontrar o nosso coração e as nossas mãos mais ou menos vazias.

8 – A conversão é renunciar ao nosso velho e enraizado egoísmo que fecha as portas a Deus e ao próximo.

9 – A conversão é contemplar Jesus Cristo, como fez S. Teresa de Jesus ao seu Cristo cheio de chagas. É contemplar o seu corpo despido, as suas mãos rasgadas, os seus pés atados, o seu coração trespassado e sentir necessidade de responder com amor ao Amor que nos ama.

10 – Assim, a conversão, sendo sempre obra da misericórdia e da graça de Deus e do esforço de cada um, será um encontro de alegria, de purificação e de transformação com Jesus Cristo.

In http://www.sdplviseu.web.pt/

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